Lembra do projeto?

Pois bem, no início de julho comecei a escrever posts (1, 2 e 3) contanto que compartilharia por aqui todo o desenvolvimento de uma coleção de calçados, iniciando com desenhos, que aos poucos teriam sua qualidade melhorada, afinal de contas, tudo é questão de prática, né?! A ideia sempre foi destacar de maneira objetiva como acontece todo o desenrolar desta futura coleção. Entretanto, aos poucos fui sentindo dificuldade para poder apresentar aqui o que estava criando, um pouco de bloquei criativo, já que busco criar uma linha de calçados com modelagens que sejam originais e autênticas.

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O que ocorre é que parei, momentaneamente, de compartilhar por aqui, nas últimas 4 semanas, porque de fato, encontrei dificuldades, entendo que preciso de mais pesquisa. Mas, isso não significa que não irei seguir adiante com o projeto. Por hora, estou reunindo informações, para apresentar de modo interessante tudo isso, especialmente para quem lê o blog.

Assim, aos poucos, irei retomando tudo isso e conforme as evoluções forem acontecendo, serão apresentadas. Por hora, vou reunindo tudo que tenho em mente para a coleção! Aguarde!

Geração de Alternativas

Esta semana os desenhos continuam, assim como na semana passada comentei, todos os desenhos são esboços, por isso o ritmo segue sendo este também. Isso porque, como já tinha comentado, a intenção neste momento é deixar as ideias aparecerem, em desenhos despretensiosos e com o único objetivo de gerar mais e mais alternativas.

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Com o passar do tempo, os desenhos ganharão mais identidade, serão ilustrados adequadamente, destacando cartela de cores e materiais. Entretanto, hoje é apenas reforçar noções de design, modelagens, modelos e linhas que sejam coerentes com o conceito escolhido para este projeto.

Nesta etapa da geração de alternativas, o objetivo foi pensar em modelos de calçados simples, já existentes, mas que tivesse alguma informação diferenciada na modelagem como; recortes assimétricos, pureza de linhas, ou seja, a presença de poucos elementos e que acima de tudo, estes calçados demonstrem uma identidade.

Muito embora, talvez, este post pareça super simples e “bobinho”, acho fundamental, falar de todo o transcorrem (ainda que inicial) deste projeto, de coração aberto e extrema simplicidade como está sendo para desenvolver e planejar este futuro produto.

Semana que vem tem mais! Gostou? Conta aqui!

Vamos Falar de Geração de Alternativas? – O início

No último post desta série falei sobre a cartela de cores, ou seja, quais as cores que se apresentarão nos modelos de calçados criados, tendo já de modo bem claro o tema inspiração e o público alvo.

Assim, nesta etapa do desenvolvimento deste projeto começa a fase de geração de alternativas, que nada mais é que (com toda essa bagagem de informação citada anteriormente); os desenhos. Neste momento, tudo é bem embrionário, são apenas esboços de modelos, com o objetivo de ir dando vasão as ideias, deixando tudo fluir, para posteriormente apresentar desenhos mais incrementados, ilustrados à mão ou em algum programa de desenho.

Por isso, nesse começo não há pretensão alguma de destacar desenhos “maravilhosos”, super sofisticados, são apenas croquis rudimentares. Além disso, é indispensável desenhar, desenhar e desenhar, para que lá na frente, haja uma quantidade razoável de opções para fazer a seleção destas alternativas.

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É claro que a qualidade dos desenhos e o grau de incremento destes irá se elaborando com o passar do tempo, até porque tudo é uma questão de exercício e prática, permitindo o desenvolvimento das habilidades. Como faz muito tempo que não desenho, confesso estar enferrujada, mas sei que aos poucos tudo irá melhorando.

O foco deste projeto é criar modelos de calçados baixos, em modelagens simples, que sejam versáteis para vários looks do público alvo e que possuam um design essencial, pois deste modo, irá ser coerente também com o tema/inspiração eleito.

Para esta etapa utilizei algumas referências que foram fundamentais:

  • A montagem de um projeto com painéis (moodboard público alvo, tema/inspiração e cartela de cores), pois aqui impreterivelmente tive que me aprofundar, estudar sobre cada etapa.
  • Livro Design de Sapatos: este livro é precioso para quem estiver estudando o assunto, ajuda em cada passo.
  • Vídeos da série MEU CALÇADO, de Aline Antunes: aqui há um embasamento para quem nunca desenhou sapatos e deseja ter uma noção.

Talvez a etapa de geração de alternativas seja a parte mais importante dentro de um projeto, portanto requer muita atenção e não se resume a meia dúzia de desenhos. Por isso, este é apenas o princípio, ainda terão muitos desenhos, representando toda a  identidade do tema/inspiração e público alvo pesquisado. Continue acompanhando que em breve tem mais, ok?! Gostou? Comenta aqui o que acha, tem dicas ou sugestão para este projeto?

Vamos continuar aquela conversa?

Semana passada comecei a falar (aqui) sobre os painéis de público alvo e painel de inspiração, lembra? Depois de já ter feito estes moodboards, tudo começou a ficar mais claro e portanto me ajudou na hora de começar a desenhar os modelos (estou desenhando ainda!).

Painel de Público alvo/ Painel Tema Inspiração

Entretanto, vale dizer que, é preciso se organizar, ou seja, não dá para sair desenhando e pronto. É fundamental aproveitar de cada etapa, buscando perceber um conceito coerente. Por isso, há bastante trabalho e pesquisa antes da etapa de desenho em si.

Então, imagine o seguinte:

  • Já sei que é meu público alvo: mulheres jovens entre 25 e 45 anos, conectadas com absolutamente tudo que acontece ao seu redor, para isso utilizam vários meios (blogs, sites, Pinterest e Instagram) para se informar sobre moda. Aliás, se importam muito sobre o assunto, mas não são reféns de tendências,  não há um conceito absoluto de estilo, tudo varia conforme o mood do dia, sua prioridade é encontrar artigos com os quais se identifiquem e que enxerguem nestes a possibilidade de construir produções práticas e múltiplas, com design simples, porém autêntico.
  • O tema é inspirado no Minimalismo, destacando elementos estéticos que compreendam apenas o essencial, assim como na arquitetura, design, moda a famosa máxima que “menos é mais”. Tudo isso, para enfatizar o objetivo de pensar em um consumo mais consciente, sendo é extremamente possível um calçado que se coordene com o máximo possível de produções e ainda sim, esteticamente interessante.

Após já ter esclarecido os painéis iniciais, chega-se a etapa de cartela de cores:

cartela de cores

Levando em consideração o tema eleito, minimalismo, optou-se por uma cartela de cores que seja coordenável com o máximo possível de looks, podendo ser usada em qualquer estação do ano, pensando exclusivamente com o clima do dia. Ainda que a coleção seja pensada para uma determinada estação do ano.

Gostou?Semana que vem continuo!

Vamos conversar?

Os dois últimos posts dedicados a este espaço, falei que iria ser sobre o meu aprendizado com vídeos (1 e 2), lembra? Pois bem, e de fato, continuarei destacando este tema. Entretanto, no último post também, contei o quanto estava sendo difícil para mim começar o processo criativo, isso porque sinto necessidade de ter um guia, para me basear e tirar inspirações.

Por isso, vou recomeçar, mais adiante seguirei usando os vídeos da Aline Antunes para ajudar no processo de modelagem. Mas, por hora, preciso montar uma espécie de projeto, buscando entender melhor quem é meu público alvo e inspirações, ou seja, um tema para poder construir uma coleção coerente e acima de tudo, interessante aos olhos. Agora, neste princípio, estou usando como ferramenta o livro “Design de Sapatos” (já falei dele aqui!).

Portanto, recomeçando:

  • 1º) Criar um um painel de público alvo:

moodboard

Quem são estas mulheres? São jovens entre 25 e 45 anos, conectadas com absolutamente tudo que acontece ao seu redor, para isso utilizam vários meios (blogs, sites, Pinterest e Instagram) para se informar sobre moda. Aliás, se importam muito sobre o assunto, mas não são reféns de tendências,  não há um conceito absoluto de estilo, tudo varia conforme o mood do dia, sua prioridade é encontrar artigos com os quais se identifiquem e que enxerguem nestes a possibilidade de construir produções práticas e múltiplas, com design simples, porém autêntico.

  • 2º)Criar um Painel Inspiração:

inspriação

No que se inspirar? O que busquei foi criar um painel que pudesse traduzir tudo aquilo que tenho em mente neste momento, pensando no que gostaria que meus calçados apresentem no futuro. Quando estiver no momento da geração de alternativas (desenhos) vou ver este painel e usar como instrumento auxiliar de linhas, design, estilos, cartela de cores etc.

Gostou? Semana que vem continuo esta conversa, ok?!

 

 

Oficina de modelagem de calçados

Em abril participei de uma oficina de modelagem de calçados incrível, promovida pela Oficina da Gasp, já falei deles aqui, uma marca de calçados local super autêntica.

comentei em outros momentos o quanto modelagem é um tema delicado, que nos exige muito esforço para aprender e cada vez mais, que estudo o tema só reforço esta ideia de que: sim, é preciso exercitar muita modelagem para que possamos compreender melhor este tema. Até porque, é super importante conhecer muito bem todas as características dos calçados, mas também dos pés. Quem nunca comprou um sapato que acabou com os pés na primeira e segunda usada, que atire a primeira pedra, né?! Isso é muito fruto de uma modelagem mal pensada. Portanto, atenção máxima à ela!

 

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Imagem: Oficina da Gasp

 

Nesta oficina de modelagem de calçados, na Oficina da Gasp, Bruna e Renan (os mentores)  privilegiaram um modelo da sapataria clássica para ser reproduzido, assim pudemos perceber na prática todas as etapas e processos do desenvolvimento de um calçado.

Tudo começou com cada participante escolhendo uma fôrma e então, cada um “empapelava”, ou seja, cobria de fita crepe.

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Fôrma empapelada./ Imagem: Oficina da Gasp

É importante estar atento para que não forme nenhum vinco ou pequenas bolhinhas, caso você perceba que isso irá ocorrer, faça pequenos cortes, como se fossem pences, isso ajudará a um melhor ajuste da fita na fôrma. Vale lembrar que: existem diversas maneiras de empapelar uma fôrma, aqui aprendi a forrar com a fita sendo usada na horizontal, em tiras.

Após esta etapa, que demora alguns bons minutos, pegue uma folha e contorne toda a forma no papel, resultando no formato da sola.

 

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Sola

Assim que estiver com a sola contornada, recorte e anote ali mesmo todas as informações como, número e o que mais achar pertinente. Pode parecer besteira, mas sei que para quem esta começando nem sempre tudo é óbvio, portanto saiba que o espelhamento da sua forma dará o par de calçados. O que isso significa? Se você fez o pé esquerdo, por exemplo, virando ao contrário o seu molde você terá o pé direito. O mesmo vale para todas as outras partes do molde do seu calçado.

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Desenvolvimento do cabedal /Imagem: Oficina da Gasp

A etapa seguinte é começar a fazer o cabedal do calçado, ou seja, todo o restante do “corpo” do sapato a ser reproduzido. Com a fôrma empapelada em mãos, pegue um lápis e vá traçando as linhas do calçado, observando o modelo já pronto, parte a parte, língua, laterais, marcações de ilhós (se tiver cadarços), observe até onde vai determinada costura e assim por diante.

Depois já terem sido marcados todos os pontos, partes importante do cabedal é hora de preparar o próprio molde, isso significa “transportar” o molde da fôrma para um papel. Com cuidado pegue um estilete e vá removendo as partes empapeladas, onde você desenhou. Assim que tiver removido cada parte, coloque em um papel, faça as correções com um compasso, acrescente as margens de costura e anote todas as informações necessárias.

Semana que vem continuamos o assunto, ok?! Não perca!

**Deixo aqui também, registrado, meu agradecimento para a Oficina da Gasp, sempre imensamente atenciosa comigo. Muito obrigada!

Minha experiência com modelagem de calçados

Aprender modelagem não é tarefa fácil, é algo que requer muita prática. Confesso que, aprendi (e sigo aprendendo) modelagem aos trancos e barrancos, porque nunca foi uma coisa lógica para mim, por mais que eu estudasse e me esforçasse nunca entendia de cara tudo.

Meu primeiro contato com modelagem foi quando estudei moda, mas todo o conteúdo do curso era voltado para vestuário. Até tive um aperitivo sobre modelagem de calçados por puro interesse meu e a professora me incentivou a explorar o assunto dando dicas, no entanto foi realmente uma breve experiência.

Mais tarde, há pouco tempo comecei a estudar e explorar mais o tema, assim percebo que como estudei modelagem de vestuário a introdução à modelagem de calçados foi razoável. Por outro lado, o assunto muda bastante, porque toda a modelagem é feita já na fôrma, há de se considerar a ideia das dimensões e tudo mais. Uma mescla de moulage? Pode ser, talvez!

Por isso, resolvi contar aqui esta etapa mais inicial e básica, assim sendo já deu para notar que não é fácil, mas com a ajuda de alguns vídeos, livros e esforço as coisas vão acontecendo.

Já pensou em fazer um bolo? Pois bem, para isso é necessário seguir alguns passos básicos, não é mesmo?! Então, de certa forma, aqui a história é parecida.

Para começar você vai precisar de:

  • uma fôrma (adequada ao que pretende desenvolver, sapatilha, com ou sem salto, bico fino, quadrado, redondo e numeração).

  • um rolo de fita crepe

  • lápis para fazer as marcações

  • tesoura

  • estilete

Com estes materiais em mãos faça o “empapelamento” da fôrma, que nada mais é que revestir a fôrma com a fita crepe, mas faça isso apenas na metade externa (imagine a parte de fora do pé) e com pedaços pequenos de fita crepe sobrepostos.

Observe as imagens para compreender melhor como é feita esta etapa. Neste caso optei por forrar uma fôrma para sapatilha de bico fino número 35 e pé esquerdo.

Enquanto estiver fazendo o “empapelamento” é importante que os pedaços de fita crepe fiquem sobrepostos e bem esticados, evitando assim, o surgimento de bolhas, já que após serem marcados os pontos básicos (próximo post), começará a nascer o cabedal da sapatilha. Portanto, é indispensável que esta etapa seja feita cuidadosamente!

Gostou do assunto?

 Semana que vem tem mais hein?! Não perca!

Desenhando no Corel

Já falei aqui no blog, em diversos outros posts, sobre a maneira como cada equipe de criação e designers independentes trabalham. Ou seja, cada equipe ou profissional cria sua própria metodologia de trabalho e desenvolve os desenhos de modo próprio. Isso pode acontecer desenhando esboços, depois ir para um software de desenho e ser aprimorado, outros preferem a maneira tradicional de desenvolver croquis e ilustrar, com alguma técnica específica (rotulador, aquarela, lápis de cor, etc), ficando a critério de cada empresa/designer determinar o que e como usar. Mas, é importante ressaltar que em grande empresas, onde o trabalho exige agilidade, desenvolver modelos de calçados em algum programa de desenho faz com que se ganhe tempo com resultados interessantes e reais.

Os skeches – como chamamos os desenhos feitos em algum software-, oferecem uma possibilidade imensa de se desenhar no computador. Na minha opinião a mais fácil é o Corel Draw, não é difícil, com um pouco de prática você pega o jeito e acima de tudo o resultado é realístico.

Além disso tudo, modelos de calçados desenvolvidos com alguma técnica no Corel ressaltam a perspectiva, efeitos de sombreamento, principalmente na parte interna, sem falar nos detalhes como zíper, pedrarias, ferragens etc, tudo isso realça o volume do calçado.
E como conclusão o que pode-se notar é que esta é uma ótima ferramenta para o trabalho dos designers de calçados, oferecendo uma boa gama de possibilidades, facilitando o resultado final da sua coleção.

Técnica de Ilustração:Mista

A técnica de ilustração mista consiste em misturar materiais, fazendo uso de mais de uma técnica.
Como mesclar? O que mais importa é você ir experimentado as técnicas, para que ao longo do tempo você descubra aquela em que você tem uma facilidade natural. Esteja atento para qual material (tecido, couro, verniz) precisa ser representado e assim, ter uma consciência de qual é a mais adequada. Por exemplo: tecidos com transparência são mais realísticos com o uso da aquarela, rotuladores e lápis branco transmitem a ideia de brilho etc.

Na minha modesta opinião o que mais deve ser levado em conta é você se encontrar como ilustrador. Qual a melhor fusão de materiais? O que parece mais fácil pra você? E então se esmere ao máximo nesta técnica. Tenha sempre à mão:lápis de cor, lápis 6B, lápis branco, esfuminho, blander e canetas poskas entre outros, são excelente formas de incrementar seu desenho. Independente da técnica que escolher para seu desenho, use estes materiais citados para dar os acabamento e enfatizar os detalhes.

 

É neste momento que o desenho ganha vida com os efeitos de luz e sombra, detalhes de fusão de cores, efeitos rendados, verniz ou de metais (fivelas e enfeites). Resumindo: lembre-se de que nenhum acabamento é de uma única cor, que há efeitos e mais uma porção de informações, tudo isso deve ser pensado na hora de ilustrar seu calçado, assim treine seu olhar para o que é real.

Portanto, na hora de representar seu futuro produto, faça com que ele esteja o mais real possível e com isso, ao longo do tempo você perceberá que tudo é verdadeiramente mesclado, nenhuma cor é pura e absoluta, tecido e couros se comportam de diferentes maneiras à luz e sombra.

Coworking de calçados

Nos últimos tempos muito tem se falado de coworkings e também, muitas histórias de sucesso que nascem em trabalhos colaborativos por aí.

Recentemente conheci o Brooklyn Shoe Space , sabe do que se trata? Eu te respondo! É um coworking só de calçados, não é o máximo?! Pois é, é um local com todo aparato necessário para a criação e confecção de calçados.

 Crédito das imagens: @brooklynshoespace

Tem de tudo um pouco são fôrmas, materiais, aviamentos, espaço para quem quiser expor suas criações e há a possibilidade de fazer cursos e também, profissionais capacitados para auxiliar no desenvolvimento de seus produtos.

O Brooklyn Shoe Space está localizado na Roebling Street, número 224, no Brooklyn em Nova Iorque.

Para quem se interessa pelo assunto vale a pena conhecer!!